O prefeito de Manaus, Renato Junior, vistoriou a obra de reforma do canteiro central da avenida Margarita, de 5,33 quilômetros, nesta segunda-feira, 21/9, Dia da Árvore. A intervenção, realizada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), começa nas proximidades do supermercado DB, no Nova Cidade, e segue até a avenida Torquato Tapajós, prevendo a reconstrução do canteiro central e um novo projeto paisagístico.
Durante a vistoria, o prefeito Renato Junior destacou o cuidado das equipes com as árvores já existentes e a previsão de novas árvores no projeto. “É um cuidado de manter as árvores que já existem, plantando novas árvores aqui na avenida Margarita”, afirmou. O projeto prevê, ainda, a composição paisagística do canteiro com 2.720 unidades de cróton, 4.080 helicônias e 470 árvores, conforme a Seminf.
O canteiro será estruturado entre as duas pistas de rolamento, com meio-fio e sarjetas, além da distribuição de árvores e vegetação ornamental ao longo do eixo da avenida. A obra está dividida em quatro trechos. O primeiro compreende o segmento entre o Hiper DB e o Coema; o segundo vai do Coema ao shopping Via Norte; o terceiro corresponde ao trecho em frente ao shopping; e o quarto segue do shopping Via Norte até a avenida Torquato Tapajós.
Conforme o prefeito Renato Junior, a intervenção vai conciliar a requalificação do espaço urbano com a circulação de veículos e pedestres. “Dessa forma, a gente continua cuidando de Manaus, fazendo aqui um canteiro central mais alto, respeitando o trânsito, respeitando os pedestres, mas também respeitando os condutores que passam por aqui. Assim, a gente vai trazer autoestima aqui na avenida Margarita”, explica o prefeito de Manaus.
Ao fim da vistoria, o prefeito também agradeceu as manifestações de carinho recebidas durante a agenda e reforçou a rotina de acompanhamento das intervenções realizadas pela Prefeitura de Manaus em diferentes regiões da cidade. “E assim a gente segue trabalhando todo dia de manhã, de tarde, de noite, de madrugada, nas principais avenidas de Manaus, mas também dentro dos bairros mais periféricos”, disse.
