terça-feira, 18 de agosto de 2026
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Postado emAmazonas, Economia

ACA e Aliança Navegação discutem cabotagem e impactos da estiagem

ACA e Aliança Navegação discutem cabotagem e impactos da estiagem
ACA e Aliança Navegação discutem cabotagem e impactos da estiagem
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A Associação Comercial do Amazonas (ACA) recebeu na última sexta-feira a presidente da Aliança Navegação e Logística, Luiza Bublitz, e o diretor regional Erick Ramos para discutir a cabotagem e a navegação na Amazônia. O encontro abordou também as previsões de estiagem para 2026 e seus possíveis efeitos no setor produtivo.

O evento, mediado por Jhony Fidelys do Grupo Chibatão, contou com a presença do presidente da ACA, Bruno Loureiro Pinheiro, do diretor de Transporte e Logística, Grangeiro Netto, e da advogada Victória Cardoso, do escritório Pedro Câmara Advogados.

Durante a reunião, Luiza Bublitz apresentou os principais desafios enfrentados na navegação e na cabotagem na região. Bruno Loureiro enfatizou a importância de um diálogo constante e transparente entre o comércio e as empresas de navegação, visando maior previsibilidade sobre custos e operações.

O presidente da ACA relembrou a cobrança extraordinária de US$ 2 mil por contêiner, conhecida como “taxa de pouca água”, aplicada em 2025, e a atuação da ACA junto à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) para contestar essa taxa.

Bruno Loureiro destacou que o setor produtivo não se opõe a cobranças justas, mas exige clareza nos critérios de formação de preços. A advogada Vitória Cardoso informou que as regulamentações sobre a matéria permanecem em vigor desde 2025.

Jhony Fidelys também mencionou a operação emergencial “Chibatão em Movimento”, realizada em 2024, que movimentou mais de 14 mil contêineres e evitou desabastecimento em Manaus, prevenindo prejuízos estimados em R$ 1,4 bilhão.

Grangeiro Netto ressaltou a importância do comércio para o abastecimento de Manaus e do interior do Amazonas, reiterando a necessidade de garantir a regularidade das operações logísticas. Ao final, Bruno Loureiro considerou a reunião produtiva e um passo importante para fortalecer a relação entre as partes.

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