quarta-feira, 09 de setembro de 2026
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ANP propõe medidas para combater etanol em bebidas clandestinas

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ANP propõe medidas para combater etanol em bebidas clandestinas
ANP propõe medidas para combater etanol em bebidas clandestinas

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou um relatório com medidas para coibir a adição de etanol hidratado combustível em bebidas clandestinas. A decisão foi tomada na última semana e segue diretrizes do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e do Tribunal de Contas da União (TCU).

O estudo concluiu que a solução definitiva para o problema seria a adição obrigatória do benzoato de denatônio ao etanol, uma substância amarga que poderia ser detectada pelos consumidores em caso de adulteração. No entanto, a ANP ressaltou a necessidade de testes de viabilidade técnica antes da implementação dessa medida.

Enquanto isso, a Agência propõe uma solução provisória: a adição obrigatória de corante verde ao etanol hidratado nas usinas. Essa medida será estabelecida por meio da revisão da Resolução ANP nº 907/2022, com um prazo de transição para implementação previsto para 2027.

O estudo da ANP envolveu reuniões com diversos agentes do mercado, testes físico-químicos e avaliações de outros estudos. As medidas atendem à Resolução CNPE nº 6, de 2026, e ao Acórdão 1790/2026 do TCU, que recomendou ações para prevenir a adulteração de bebidas alcoólicas e proteger a saúde da população.

Na última sexta-feira, o relatório foi enviado ao Ministério de Minas e Energia e ao TCU para as devidas deliberações.

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